quarta-feira, 25 de julho de 2012


Cuidado com a memória de sua casa

Franco Guizzetti
O padrão vibratório de uma casa “tem relação direta com a energia e o estado de espírito de seus moradores.” Tudo o que pensamos e fazemos, as escolhas, os sentimentos, sejam bons ou ruins, SAO ENERGIAS. O resultado “reflete nos ambientes, pessoas e situações.”
O corpo é nossa primeira morada e nossa casa, sua extensão. É ela que nos acolhe, protege e guarda nossa história. Da mesma forma que limpamos, nutrimos e cuidamos da vibração de nosso corpo, devemos estender esses cuidados e carinhos ao lar. Mais que escolher o imóvel e enfeitá-lo com móveis e objetos – muitas vezes guiados apenas por modismos ou pura praticidade -, a elaboração da atmosfera de um ambiente é importante porque reflete a personalidade de seu dono, dando pistas sobre seus gostos, estilo de vida, história e sonhos.
Há quem acredite que, colocando cristais, sinos de vento, fontes, espelhos, instrumentos do feng shui, é possível atrair bons fluídos e equilíbrio para dentro de casa. “‘Mas, é MUITO POUCO, pois a personalidade de um ambiente vai além. Ela é conseguida dia após dia, não apenas com técnicas, mas com pequenos atos de carinho e com muita energia boa.”
Além de atrair bons fluídos para nosso lar, temos todas as condições de criá-los no interior do próprio ambiente. O conjunto de pensamentos, sentimentos, estado de espírito, condições físicas, anseios e intenções dos moradores fica impregnado no ambiente, criando o que se chama de egrégora.
Você, com certeza, já esteve em uma residência ou ambiente onde sentiu um profundo bem-estar e sensação de acolhimento, independe da beleza, luxo ou qualquer outro fator externo. Essa atmosfera gostosa, sem dúvida, era dada principalmente pelo estado de espírito positivo de seus moradores. 
Infelizmente, hoje em dia, é muito mais corriqueiro entrarmos em ambientes que nos oprimem ou nos dão a sensação de falta de paz e, às vezes, até de sujeira, mesmo que a casa esteja limpa. A vontade é ir embora rapidamente, “ainda que sejamos bem tratados.”
O que “poucos sabem” é que as paredes, objetos e a atmosfera da casa têm memória e registram as energias de todos os acontecimentos e do estado de espírito de seus moradores. Por isso, quando pensar na *saúde energética de sua casa, tome a iniciativa básica e vital de impregnar sua atmosfera apenas com bons pensamentos e muita fé. Evite brigas e discussões desnecessárias. “Observe seu tom de voz: nada de gritos e formas agressivas de expressão.” Não bata portas e tente assumir gestos harmoniosos, cuidando de seus objetos e entes queridos com carinho.
Não pense mal dos outros. Pragas, NEM PENSAR!! Selecione muito bem as pessoas que vão freqüentar sua casa. Festas, brindes e comemorações alegres são bem-vindas porque trazem alegria e muita energia, mas cuidado com os excessos.. Nada de bebedeiras e muito menos uso de drogas, que atraem más energias…
Se você nutre uma mágoa profunda ou mesmo um ódio forte por alguém, procure ajuda para limpar essas energias densas de seu coração. Lembre-se que sua casa também pode estar contaminada.
Aprenda a fazer escolhas e determine o que quer para sua vida e ambiente onde mora. Alegria, amor, paz, prosperidade, saúde, amizades, beleza já estão bons para começar, não é mesmo?
Reflita sobre como você vive em sua casa, no que pensa, como anda seu humor e reclamações do seu dia-a-dia. ‘Tudo isto interfere no seu astral.’
“Compartilhar e-mails com mensagens positivas é colaborar com a disseminação da luz, abrindo corações, despertando consciências, contribuindo assim, para a transformação planetária.”
Aplica-se TAMBÉM em empresas, consultórios, escritórios.

terça-feira, 24 de julho de 2012


O poder terapêutico do som

Címbalos e tambores, diferentes tipos de cantos, mantras, músicas, invocações e simples palavras têm uma força inimaginável que trabalha secretamente pela harmonia da casa



"O som, quando bem utilizado, tem um poder purificador, profundamente benéfico para nosso corpo e nossa mente.", afirma Mirna Grzich
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"Devemos nos acostumar a banhar a nossa casa com música, refrescá-la com sons agradáveis, purificá-la usando instrumentos específicos. O som atrai boas energias", diz Mirna Grzich, jornalista responsável pela introdução da música new age no Brasil e estudiosa do assunto.



O sentido agregador ou desagregador do som e sua influência no corpo e nos nossos estados psicológicos estão sendo hoje estudados a partir de experiências científicas. Ele influenciaria a pressão arterial, a circulação sanguínea, a respiração, as ondas cerebrais e o comportamento das moléculas.



Mesmo quando não perceptíveis por nós, as ondas sonoras continuariam agindo no ambiente. Animais como golfinhos e baleias, por exemplo, são capazes de emitir e ouvir sons não registrados pelo ouvido humano, sensível apenas a um determinado espectro. Assim, muitas vezes poderíamos ficar irritados até por sons não audíveis, muito comuns em grandes cidades. As ondas sonoras são vibrações e elas podem ser sentidas pelo corpo. Para compensar o efeito negativo do som e beneficiar-se do positivo, Mirna Grzich aconselha o uso de mantras, orações em voz alta, sinos e címbalos, cantos e músicas. "O som, quando bem utilizado, tem um poder purificador, profundamente benéfico para nosso corpo e nossa mente."



As qualidades terapêuticas e purificadoras do som foram muito utilizadas por antigas civilizações. Até hoje, a medicina chinesa, a indiana (ayurvédica) e a tibetana se valem desse recurso. Os mantras, de acordo com essas antigas tradições, agem como verdadeiros geradores de energia que podem ser direcionados para várias áreas: saúde, prosperidade, harmonia, limpeza. Além disso, induziriam a um estado mental tranqüilo, conhecido entre os taoístas chineses como "o estado da serenidade original", isto é, uma condição propícia e especial que permitiria a manifestação das qualidades divinas dentro de nós.



Os sons que podem banhar de alegria a sua casa



Tambores: um pequeno tambor tocado com batidas compassa-das pode trazer para a casa a força estável da mãe Terra.



Címbalos tibetanos: para ser tocados nos cantos da casa ou antes de começar uma meditação. São purificadores.



Orim: é uma vasilha de metal que, ao ser tocada, emite o om, o som divino primordial.



Orações: rezar em voz alta uma ave-maria, um salmo ou um sutra budista alinha a energia do ambiente com um plano espiritual mais alto.



Sinos: devem ser de boa procedência, se possível com a especificação da harmonia empregada na sua afinação. Os sinos podem ser direcionados para a saúde, a prosperidade ou o amor.



Palavras de poder: om, hum, amém, aleluia são palavras que têm energia harmonizadora, garantida pela sua repetição devocional através dos séculos. A sílaba om, sagrada e divina para os seguidores do hinduísmo, é reconhecida como a origem de todos os mantras. Seu próprio som e a intenção de quem a pronuncia despertam a energia mais profunda.



Invocações: pedir ajuda ou proteção a um santo em voz alta pode garantir o seu auxílio, se o pedido for do fundo do coração.



Mantras: três dos mais poderosos em sânscrito: om mani padme hum, para um alinhamento com o Divino e o despertar da compaixão; om tare tutare ture soha, para ter vida longa; e om vajrasattva hum, para a purificação.



Flautas: seu som doce magnetiza o ambiente.



Harpas: não é à toa que são associadas aos anjos. Trazem proteção angelical.



Pince: tubos metálicos com oitavas ou uma única nota. Tocados com uma pequena baqueta, harmonizam o ambiente e deixam um rastro sonoro.



Fontes: o barulho da água é muito relaxante.



Cantos de passarinhos: plante árvores frutíferas que atraiam passarinhos ou ouça um CD com música de pássaros. Aves em gaiola, jamais!



Fonte: www.mdemulher.abril.com.br/bem-estar

http://www.luzdaserra.com.br/2080/o-poder-terapeutico-do-som/

 
Conheça a origem e os tipos
 




A partir da metade do século I d.C., os poderosos do Japão passaram a implantar jardins que lhes trouxessem tranquilidade e paz para repousar e meditar. A fórmula encontrada foi reproduzir a natureza de uma maneira artística.

Nesta mesma época o Budismo foi introduzido no Japão e influenciou todas as áreas, desde a espiritual e religiosa até a maneira de pensar e de se expressar artisticamente. O Budismo, mesclado com a religião original do país - o Xintoísmo - deu origem à maneira budista zen, que influenciou toda a vida no Japão inclusive a arte da jardinagem.

A partir daí, o jardim japonês passou a ser feito dentro da filosofia zen, destinado à contemplação do espetáculo proporcionado pela natureza, um espaço livre do estresse e que leva o observador à meditação.

Jardim japonês

A paisagista Maria Cecília de Medeiros Prado, em sua viagem ao Japão, teve a oportunidade de vivenciar a espiritualidade do jardim japonês. Ela esteve nos principais jardins da Terra do Sol Nascente, inclusive nos jardins do Palácio Imperial, em Tóquio. Mas o que mais a impressionou, e que ela tem vivo na memória e no coração é o jardim japonês do Templo Ryoanji em Kyoto.


"Por um acaso do destino entabulamos prosa com uma historiadora no local que nos contou que este templo havia sido um Monastério onde os estudantes candidatos tinham que aprender as lições da natureza. A história tocante que nos foi contada: os candidatos a monge deveriam sentar-se defronte ao jardim treinando seu silêncio e imobilidade pelo maior tempo possível para depois voltarem-se ao mestre e dizer o que haviam percebido. Ao voltar ao mestre, este os induzia a perceber o que a natureza havia lhes ensinado.

Durante o dia, com a movimentação do sol, as sombras das pedras no pedrisco branco iam formando sombras fantasmagóricas que mudavam durante o decorrer do dia. Deste acontecimento o mestre mostrava aos discípulos que, por mais negras que sejam algumas sombras em nossa vida, elas também se modificam e, a seu tempo, desaparecem", diz Cecília.

O projeto do jardim japonês norteia-se nos princípios da filosofia Zen como: simplicidade, naturalidade, serenidade, transcendência do convencional e assimetria. Existem vários tipos de jardim japonês:
Jardim Japonês Karesansui - Jardim de pedras e rochas

São planos podendo ter elementos vivos ou apenas pedras e rochas. O melhor exemplo do jardim japonês de pedras e rochas esta na cidade de Kyoto, no Japão, no Templo Rioanji (Templo do Dragão Pacífico).

Ele tem forte influência do zen-budismo e servia de palco para a meditação dos monges. Quem visita este jardim japonês Karesansui fica intrigado: o que faz com que os visitantes sintam uma sensação de paz e tranquilidade?

Estudos feitos por uma cientista visual americana da Universidade de Rutgers, Ilona Kovacs, demonstrou que o cérebro humano usa linhas simétricas para entender e dar sentido às formas. Posteriormente, os cientistas Gert van Tonder, da Universidade de Kyoto, e Michael J. Lyon, cientista sênior da ATR de Kyoto, estudaram muito a estrutura deste jardim japonês e chegaram à conclusão que o efeito calmante do ambiente vem das características estruturais ocultas nos espaço entre pedras.

O jardim japonês do templo Ryoanji é um retângulo forrado com cascalhos brancos onde, estrategicamente, existem 15 pedras de vários tamanhos dispostas em trios. De qualquer ângulo de visão apenas 14 pedras são vistas; a décima quinta só é vista por quem atingir a iluminação. Três lados deste jardim têm muros baixos e o quarto lado uma varanda que serve de ponto especial de observação. Deste ponto é possível perceber as imagens entendidas e processadas pela mente, mas invisíveis a nossos olhos.

Este tipo de jardim japonês é destinado à meditação e adoração. Seus ensinamentos são sempre passados de mestre para discípulo.

Jardim Japonês Chaniwa - Jardim de chá

O jardim japonês Chaniwa é feito no entorno dos pavilhões de chá, com pedras-guia que demarcam o caminho para chegar ao local da cerimônia de chá. Lanternas de pedra (toro) são colocadas estrategicamente para iluminar a mente e induzir à concentração àqueles que se encaminham para o pavilhão do chá. Na entrada onde a cerimônia do chá acontece, encontra-se os tsukubais (local onde os participantes da cerimônia do chá se purificam). Internamente, os jardins de chá são simples.


Em uma pequena área podemos fazer um jardim japonês chaniwa ou jardim de chá. O caminho deve ser prolongado por meio de curvas, pois segundo a tradição, os caminhos sinuosos impedem que os maus espíritos adentrem ao jardim, além de dar a impressão de amplitude

Jardim Japonês Tsukiyama

Jardim Japonês Tsukiyama - reproduz a natureza montanhosa com desníveis, riachos, cascatas, lagos e fontes. São os jardins do paraíso, jardins naturais ou jardins de passeio.

Este jardim japonês tem como objetivo ressaltar as características da natureza, por meio da harmonia, apesar de ser feito pelo homem. Este exemplo de jardim japonês pode ser de vários tamanhos: o grande para passeios e o pequeno para ser apreciado da varanda.

As montanhas são representadas por arranjos de pedra ou montes de terra. Pode haver um lago simbolizando o mar. As árvores, arbustos e flores devem ser dispostos em harmonia para retratar a natureza com ar espiritual.


Podemos dizer que o amor é um exercício de jardinagem porque é preciso preparar o terreno, semear, regar, tirar as ervas daninhas e cuidar das pragas e doenças que eventualmente apareçam. O jardineiro tem que ter paciência e jamais abandonar seu jardim, mesmo que haja seca ou um exagero de chuvas.

Transpondo o ensinamento da natureza, representada no jardim japonês, para a vida dos homens podemos dizer que um relacionamento duradouro passa por todas estas etapas onde cada um deve valorizar, respeitar, admirar e compreender seu companheiro, aceitando-o como ele é, com afeto e ternura.

O jardim japonês é idealizado na procura do eterno e do espírito e quem nele entra, deve ter a impressão de entrar em um templo de meditação. Agora conheça outras sugestões para montar o seu jardim

Read more: Verde em Folha: Jardim Japonês e seus mistérios http://verdeemfolha.blogspot.com/2010/09/jardim-japones-e-seus-mist...


A música tem o poder de purificar e mudar a freqüência energética de uma casa. Para isso, vale ouvir um CD, tocar um instrumento e mesmo cantar.



"O som tem cor, força vital e consciência e pode ser usado para criar um templo sagrado que protegerá sua casa. O som não só limpa e purifica como pode acelerar as vibrações de seu lar para que ele exale luz e vida”, escreve a americana Denise Linn no livro Espaço Sagrado (ed. Bertrand Brasil). 

O som é capaz de mudar a freqüência dos campos de energia de um local, influenciando a vida das pessoas que ali vivem. Para aprimorar as qualidades de sua casa, escolha um tipo de música: pode ser CD, música instrumental ao vivo ou mesmo cantos e cânticos em viva voz. 

Se optar por um CD, o mais impor tante é selecionar o tipo de música com a qual se deseja alinhar o ambiente. Clássicos como a Ave Maria de Schubert, o Cânone de Pachelbel, músicas de Bach, Albinoni e Gurdjeff despertam os sentimentos mais nobres de nossa alma. Os cantos gregorianos pacificam e invocam a inspiração espiritual. A música new age e os sons da natureza podem funcionar como calmante. Um concerto de órgão barroco é muito purificador. Músicas folclóricas costumam irradiar espontaneidade e leveza. Cantos originais da cultura infantil vibram uma alegria inocente. Seja qual for sua escolha, deixe o CD selecionado tocar repetidamente. 

SINOS, FLAUTAS E TAMBORES

Já a música ao vivo é mais poderosa e afeta dramaticamente a qualidade do espaço. De todos os instrumentos, a flauta é o que vibra maior pureza ao ambiente. Mas, se você não toca flauta nem pode contratar um flautista, use um sino ou um tambor. 



Pode-se tocar o sino balançando-o com ritmo ou percutindo nele com algum tipo de bastão. Com boas intenções em mente e com o sino na mão, percorra o aposento, tocando, até que todos os sons sejam claros e limpos. Se o som parecer abafado, é sinal de estagnação e bloqueio. Não se esqueça de soar o sino nas quinas e nos cantos e em torno de equipamentos elétricos. “Você pode fazer um primeiro percurso com um sino maior e depois refinar o processo com sinos menores e mais suaves”, ensina Denise Linn. Os sinos circulares tibetanos são bons para a limpeza de espaços. Os sinos de vento, feitos de placas de metal dependuradas, “criam uma energia circular, protetora e saudável”, diz a professora. Eles devem ser colocados onde haja o fluxo suave de vento. 

O tambor é útil, sobretudo, para purificar as emoções em um lugar onde houve alguma descarga emocional forte (raiva ou tristeza), onde aconteceram a morte ou a doença. Mentalizando a cura, comece deslizando a mão sobre ele, em movimentos circulares. Depois, tente recriar as batidas do coração, que equilibram e harmonizam. Na hora do toque, deixe que o sentimento funcione. Talvez um aposento exija os toques bem rápidos, e outro, as batidas mais lentas. 

Se você não leva jeito para sinos nem para tambores, também pode bater palmas. Isso mesmo. Esse é um método eficiente para dissipar os ares pesados de um lugar. Contra padrões estagnados, bata palmas do chão ao teto, abrindo bem os braços. 

CANTOS QUE CURAM



Cantar irradia muito poder. Conta-se que, certa vez, uma ordem religiosa aboliu o canto de seus monastérios. Algum tempo depois, os monges começaram a adoecer, o que foi se agravando até descobrir a causa: a falta do canto, que foi reassumido fazendo a saúde retornar ao lugar. 

Escolha uma música que seja inspiradora ou que tenha algum valor curativo. Os sons sagrados, como o som divino AUM (ou OM) da ioga, têm muito poder. Pode-se ainda entoar repetidamente palavras especiais, como paz, entendimento, harmonia, ou simplesmente orar em voz alta. A casa estará curada quando sua voz sair límpida como a água corrente. 

O som é a base do Universo. Tudo o que existe emite uma vibração e também responde ao que é por nós emitido. Vibre o melhor de si e acolha a plenitude que você bem merece.